Não precisa ter sido acidente de trabalho. Se sobrou alguma limitação e você tinha carteira assinada na época, pode existir um benefício do INSS no seu nome.
Atendimento online, sem sair de casa.
É uma indenização, não é aposentadoria. Você recebe e continua trabalhando.
O que é o benefício
O auxílio-acidente é pago pelo INSS a quem ficou com uma sequela depois de um acidente ou de uma doença ligada ao trabalho. Você não precisa estar impedido de trabalhar: basta que a sequela tenha deixado o seu serviço mais difícil.
Ele não substitui a sua renda, ele se junta a ela. Você recebe o benefício, continua no emprego e segue contribuindo normalmente para a sua aposentadoria.
O valor é metade do que o INSS usaria como base para calcular o seu benefício. Não é parcela única: é pago mês a mês, enquanto você não se aposentar.
Reconhecido o direito, em regra o INSS deve também as parcelas do período anterior ao pedido. Quanto mais tempo passa, porém, menos dá para cobrar de trás.
O que você receber de auxílio-acidente entra na conta da sua aposentadoria lá na frente. Ou seja, ele ajuda hoje e ainda pesa no cálculo depois.
Quem tem direito
A maioria das pessoas se descarta sozinha por achar que o acidente precisava ser no trabalho. Não precisa.
Batida de carro ou moto, queda em casa, acidente no serviço ou no caminho dele. A lei não exige que tenha acontecido no trabalho.
Terminado o tratamento, sobrou alguma coisa: dor que não sai, movimento que não voltou, perda de força, de audição ou de visão, placa ou pino colocado.
Você não precisa estar impedido de trabalhar. Basta que o serviço tenha ficado mais difícil, mais lento ou mais dolorido por causa dela.
Vale também para trabalhador rural e para quem tinha saído do emprego havia pouco tempo: em geral até 12 meses, e até 24 meses para quem recebeu seguro-desemprego.
Doença do trabalho também entra. Tendinite, bursite, LER, perda de audição por barulho e problemas de coluna ligados à função seguem a mesma lógica, quando deixam sequela.
E não existe tempo mínimo de contribuição: o que conta é você estar trabalhando com registro no dia do acidente.
Autoteste em 4 perguntas
São quatro toques, sem preencher nada. Nenhum dado é enviado ou guardado — no fim, você decide se quer levar o resultado para o WhatsApp.
Situações que costumam gerar direito
A lista é só de exemplo. O que decide não é o nome da doença, e sim a sequela que ficou e o quanto ela atrapalha o trabalho que você fazia.
Se já houve negativa
A negativa quase sempre nasce do mesmo lugar: o perito anota que houve tratamento e alta, mas não descreve a sequela nem o quanto ela atrapalha o seu trabalho. O laudo sai vago e o pedido cai.
Nesse caso não adianta repetir o mesmo pedido do mesmo jeito. É preciso remontar a prova e decidir entre recorrer dentro do próprio INSS, com prazo de 30 dias, ou entrar com ação na Justiça. O caminho depende do que o seu processo já tem.
Como funciona o atendimento
Você conta o que aconteceu pelo WhatsApp. Nada de formulário: fala direto com o escritório.
Manda por foto o que tiver: laudos, exames, receitas, boletim de ocorrência e carteira de trabalho.
Definimos juntos o melhor caminho — pedido no INSS, recurso ou ação — e o que esperar de cada um.
Protocolo, preparo para a perícia, prazos e recursos. Você é avisado a cada movimentação.

Quem vai cuidar do seu caso
Advogada, pós-graduada em Direito Privado, Trabalhista e Previdenciário e membro da Comissão de Direito Previdenciário da OAB/MG. São mais de 13 anos dedicados exclusivamente a benefícios do INSS.
O atendimento do escritório é realizado por WhatsApp e videochamada, sem necessidade de deslocamento.
OAB/MG 142.724Dúvidas frequentes
Não. A própria lei diz que esse benefício é devido mesmo que você esteja recebendo salário. Pode continuar no mesmo emprego, trocar de emprego ou abrir um negócio, que ele continua caindo.
Não. Vale acidente de trânsito, queda em casa, acidente no lazer, agressão. O que importa é ter ficado uma sequela que atrapalhe o seu trabalho e você estar trabalhando com registro quando o acidente aconteceu.
Não existe número mínimo de contribuições para esse benefício. Mesmo com pouco tempo de trabalho registrado o direito pode existir, desde que você estivesse segurado no dia do acidente.
Nesses casos, não. O auxílio-acidente é para quem trabalha de carteira assinada, para o trabalhador avulso e para o trabalhador rural. Mas se você já teve carteira assinada em outra época, vale conferir: o que importa é a sua situação no dia do acidente.
Provavelmente sim. Quem está desempregado e consegue comprovar isso continua protegido pelo INSS por mais tempo — pode chegar a 24 meses depois da última contribuição. Muita gente desiste do próprio caso sem saber disso.
O direito ao benefício em si não some com o tempo, mas as parcelas antigas sim: em regra só dá para cobrar os cinco anos anteriores ao pedido. Ou seja, esperar não impede o benefício, mas diminui o que você recebe de trás.
Em regra não. O auxílio-acidente é pago até a véspera do início de qualquer aposentadoria. Existem situações antigas específicas em que a soma foi permitida, e isso precisa ser conferido no seu histórico.
Esse é o caminho mais comum. Quando o auxílio-doença acaba e sobra sequela que atrapalha o trabalho, o INSS deveria transformar o benefício em auxílio-acidente — e muitas vezes não transforma. Quando isso acontece, cabe pedido, recurso ou ação, contando os valores desde o dia seguinte ao fim do auxílio-doença.
Não há prazo único. No INSS depende da agência e da fila de perícia. Na Justiça depende da vara e da marcação do perito. Qualquer promessa de prazo fechado em caso previdenciário deve ser vista com desconfiança.
A conversa acontece por WhatsApp e videochamada. Os documentos podem ser enviados por foto e a procuração é assinada digitalmente, pelo celular mesmo.
Análise do seu caso
Se você ficou com sequela de um acidente ou de uma doença ligada ao trabalho, mande uma mensagem contando o que aconteceu.
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